PF indicia 48 pessoas por escândalo do INSS
O documento não faz menção a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
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O relatório foi apresentado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), na sexta-feira (10). Agora, cabe à Procuradoria-Geral da República (PGR) decidir se oferece denúncia ou arquiva o caso.
Entre os indiciados estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto; o ex-procurador-geral do instituto, Virgílio de Oliveira Filho; e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
Veja:
Esta foi a primeira etapa do relatório.O documento não faz menção a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nem a Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.
Em abril de 2025, a Polícia Federal revelou um esquema de desvios e fraudes no INSS. Segundo a corporação, foram identificadas irregularidades relacionadas aos descontos de mensalidades associativas aplicados sobre benefícios previdenciários, principalmente aposentadorias e pensões concedidas pelo instituto.
A estimativa é de que pelo menos R$ 6,3 bilhões tenham sido desviados dos beneficiários por sindicatos e outras entidades.
A operação resultou no afastamento do então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Diante da pressão sobre o governo federal, o então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), pediu demissão.